Agosto 2, 2021

Agricultura Internacional

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ZORVEC™: a nova solução anti-míldio que muda tudo

2 min read

A vinha é uma cultura muito importante para Portugal, pois somos um dos países com maior superfície cultivada: 250.000 hectares distribuídos em 16 áreas vitivinícolas que produzem 6 milhões de hectolitros, o que nos coloca em décimo primeiro lugar no mundo nesta cultura.

Com quase 250 castas nativas, um sistema de qualidade reconhecido a nível nacional e internacional através de inúmeras denominações de origem e um forte investimento em projetos de investigação e desenvolvimento, o setor é uma referência de riqueza e sustentabilidade.

O setor do vinho representa, portanto, uma parte muito importante da nossa economia, da nossa sociedade e da nossa cultura.

Por esta razão, a Corteva AgriscienceTM pretende continuar a inovar e a fornecer soluções que permitam aos nossos produtores estar na vanguarda de um setor tão valorizado e competitivo como este.

A vinha é uma cultura estratégica para Corteva. A empresa já dispõe de algumas ferramentas que provaram ser um grande apoio para o agricultor no controlo de pragas e doenças da cultura, onde predomina o uso de fungicidas.

Inovação na proteção de culturas

Nos últimos anos, a inovação neste segmento foi influenciada por uma tremenda pressão regulamentar e social que levou a indústria a procurar soluções que, além de satisfazerem os mais elevados padrões de segurança e eficácia, se adaptam às necessidades do agricultor para ser competitivo no mercado e do consumidor final, que é cada vez mais exigente em termos alimentares.

Zorvec™Active® tem um modo de ação bioquímico completamente novo. Atua em todas as fases do ciclo de vida do míldio, é sistémico, é absorvido rapidamente pela planta e não tem incompatibilidade de mistura com outros produtos.

Como resultado, encontrar novas moléculas ou desenvolver produtos fitofarmacêuticos que se adaptem a este novo ambiente está a tornar-se cada vez mais difícil e dispendioso e está a levar muitas empresas a repensar os seus investimentos em inovação (…).

Leia o artigo completo na edição de junho 2021.

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